Sob a curadoria de Kedson Barbero e Jéssica Valadares, a exposição propõe uma reflexão sobre como o corpo se manifesta nas artes visuais — seja pela presença, pela ausência ou pela metáfora. O corpo que habita, que se desloca e que sente. Esse corpo é inseparável da terra, espaço de enraizamento, ancestralidade e transformação. E ambos são atravessados pela alma, que imprime às obras uma dimensão subjetiva, espiritual e simbólica, revelando aquilo que não vemos, mas sentimos.
