Agronegócios | ACIRP


 

Quem Somos

 

Conquistar a sustentabilidade no campo, reduzir o custo Brasil e capacitar os empresários do agronegócio. O Agronegócio Brasileiro é um dos principais setores da economia nacional, conseguindo atingir posição de destaque mesmo em condições desiguais de competição. A possibilidade de crescimento da produção de grãos, fibras, energia, carnes, frutas, hortaliças, tubérculos, flores e piscicultura é muito grande, tanto sob a forma de aumento de produtividade, quanto pela expansão das áreas cultivadas em mais 15,5 milhões de hectares. 
O agronegócio brasileiro é uma atividade próspera, segura e rentável. O clima diversificado, chuvas regulares, energia solar abundante e quase 13% de toda a água doce disponível no planeta, fazem do Brasil um lugar de vocação natural para a agropecuária e todos os negócios relacionados à suas cadeias produtivas. O agronegócio é hoje a principal locomotiva da economia brasileira e responde por um em cada três reais gerados no país. 
São esses os pilares que sustentam a Diretoria de Agronegócio da Acirp. O objetivo é promover desenvolvimento sustentável do agronegócio regional, procurando beneficiar todos os setores envolvidos com produção, procedimento, distribuição e comercialização de produtos e serviços de origem. Estima-se que metade dos associados da Acirp esteja ligada ao Agronegócio, dos quais, cerca de 150 estão diretamente envolvidos no setor. 
A Acirp é a única associação comercial a manter uma diretoria específica para o setor de agronegócio e carrega uma história totalmente ligada ao setor rural. Isto porque, em 1920, um grupo de comerciantes e fazendeiros se uniu para discutir a economia da cidade, que antigamente era apoiada no comércio, na lavoura e na indústria. Neste começo, o nome da Associação era Acia – Associação Comercial, Industrial e Agrícola.

 

Costelão Acirp do Produtor


Em 2007 aconteceu o primeiro Costelão Acirp do Produtor Rural, um evento beneficente que surgiu para difundir o produto maior da cadeia (carne) e levantar a autoestima dos pecuaristas – a falta de políticas agrícolas trazia desconforto para a classe – além de ser uma festa para toda a família, unindo os produtores de forma descontraída e familiar com a tradicional costela gaúcha assada ao fogo de chão. Hoje, a festa acontece tradicionalmente entre o final de julho e o começo do mês de agosto, todos os anos, com renda revertida para instituições da cidade.